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Consumismo: um profundo despertar!

Atualizado: há 6 dias

Pela primeira vez, em 30 anos, parece que as

mudanças no meio ambiente, isto é, na qualidade do ar, da água, da fauna e flora, em geral, estão com melhores perspectivas. Sabemos que nas últimas décadas, o processo de globalização nos


trouxe mudanças profundas, o que contribuiu também para que a produção, de modo geral, fosse acelerada. Ultimamente, todos nós parecemos reconhecer e testemunhar o quanto nossa decisão de consumir menos tem impacto na conservação da natureza e na nossa qualidade de vida. Nesse artigo você vai compreender como o consumismo pode ser desafiado e trabalhados por nós. Enquanto vivemos esse momento de Pandemia, compreendemos que agora é a hora de fazermos um balanço geral, de avaliarmos nossas crenças e decidirmos em que estado anterior queremos retornar quando tudo isso passar... Mas antes de iniciar nosso artigo, queremos que você pare e pense: você se pergunta antes de fazer cada compra, se isso está alinhado ao que você valoriza e representa? Isso pode ser um importante passo para nos projetarmos para tomar decisões de compras mais conscientes. E, talvez seja a hora de refletirmos o quanto consumimos coisas


que não são boas para nós e para nosso planeta. Vejamos: 1- Os reflexos de um consumismo irracional ou automático Quando o consumismo se torna irracional ou automático, ele se transforma em excesso de consumo, mais estresse financeiro, mais inveja e menos generosidade e confiança em nós mesmos. De acordo com a Agenda Global de Moda, o impacto climático do setor de vestuário deverá se elevar em 49% até 2030. A previsão é de que a emissão de CO2 se eleve para quase 2,8 bilhões de toneladas até 2030, o que equivale a 230 milhões de veículos de passeio sendo dirigidos por ano. E, aproximadamente, quase 10% de todas as emissões globais vem da i


ndústria da moda. Por exemplo, são necessários gastar cerca de 70 milhões de barris de petróleo por ano na fibra de poliéster, que entra na composição das roupas. E, segundo dados do Banco Mundial, cerca de 40% das roupas compradas não são sequer usadas uma única vez. Por isso, temos que compreender que em todos os momentos, fazemos escolhas de compras que têm impactos em nós mesmos e nas futuras gerações. 2- Revendo nossas crenças Tudo começa em nossas crenças, pois delas é que se originam nossos comportamentos. Mas quando se fala em crenças,


acreditamos que elas são difíceis de serem mudadas, pois se tratam de padrões profundamente arraigados em nós. Mas temos que ter a convicção de que é possível esse despertar. Estamos sendo desafiados a rever nossa cultura de consumo. De comprar aquilo que não precisamos ou até que não amamos. E, para refletirmos: que tipo de mundo estamos criando para nós e para deixar para nossos filhos e netos? Estamos conscientizados de mantermos nossa vida mais enxuta possível, nos sentindo mais leves, saudáveis e em um mundo mais sustentável. 3- Como sair da cultura do consumismo Bem, na verdade nas últimas semanas ou meses, podemos observar em nossa casa e nossos armários o quanto de itens ou roupas que, na verdade, nem são necessários para levarmos uma


vida feliz. Certo? Então, vejamos alguns hábitos para buscarmos reverter nossos hábitos de consumo: - Pare e dê uma olhada ao seu redor, avaliando seus hábitos de consumo com um olhar questionador e íntimo. Como estão seus gastos? Considere nesse olhar, olhar os custos e benefícios que você tem; veja suas motivações para suas compras. - Quando sentir vontade de comprar, considere que o que está atraindo você para o produto e porquê. Pergunte a si mesmo se você precisa daquela coisa/produto ou se trata apenas de um desejo do momento. - Procure comprar itens e produtos de longa duração e que exijam baixas despesas de manutenção. - Pensando a longo prazo, no meio ambiente, como será o


ciclo de vida desse produto? Será que ele será reciclado ou reaproveitado, ou simplesmente irá terminar em um aterro sanitário? - Pratique estar na moda, mas comprando roupas selecionadas e bem feitas que sejam fáceis de combinar com outras peças. Isso em vez de sair comprando roupas baratas e descartáveis, que precisam ser trocadas a cada nova estação do ano. - Aprenda a concertar suas próprias roupas quando elas precisarem de concerto, ou dê para alguém que irá fazer


bom uso. Crie em seu redor uma cultura de compartilhamento de itens e roupas que não te serve ou te atende mais. Assim, você vai manter o aterro sanitário mais vazio e menos poluente. Agora, tudo ficou claro para nós: que menos é mais, e que o simples é melhor! Concluindo...




Tudo é um processo que pode ser construído por nós. A começar pelas nossas crenças e pequenas atitudes. Juntos, com uma nova maneira de pensar, nós podemos repensar nossas decisões de compras e construir uma sociedade muito melhor de se viver e com mais qualidade de vida. É preciso compreender que comprar é bom, mas nem sempre é necessário. E, você? Deseja começar por onde?




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